Taxas futuras de juros mais curtas recuam com ata do Copom

As conclusões sobre o chamado "quadrilhão" do PMDB deixam os investidores cautelosos


Tribuna da Bahia, Salvador
12/09/2017 10:33 | Atualizado há 13 dias, 14 horas e 13 minutos

   
Foto: Divulgação

As taxas futuras de juros recuam na ponta mais curta da curva depois de ata do Comitê de Política Monetária (Copom) confirmar mais cedo que o ritmo de queda da Selic pode ser reduzido. Por outro lado, no vértice mais longo, o viés é de alta, diante da conclusão do inquérito da Polícia Federal que apontou a formação de uma organização criminosa do PMDB da Câmara encabeçada por Michel Temer. 

O relatório da investigação era aguardado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para finalizar a segunda denúncia contra o presidente. As conclusões sobre o chamado "quadrilhão" do PMDB deixam os investidores cautelosos, em um momento em que avaliava-se que as prisões do empresário Joesley Batista e do executivo Ricardo Saud, do Grupo J&F, poderiam enfraquecer uma nova acusação contra Temer. 

Às 9h40, o DI para janeiro de 2019 estava em 7,66%, de 7,68% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2020 exibia 8,40%, de 8,39% no ajuste de segunda-feira. O DI para janeiro de 2021 marcava 9,01%, de 8,99% na véspera.

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