O planeta fica mais longevo com a redução do custo da energia solar

Por Túlio Ribeiro*


Tribuna da Bahia, Salvador
15/10/2021 22:50

   

Diante da grande demanda da segunda maior economia mundial, a 'Chave para o futuro energético da China' estrategicamente se posicionou no problema do custo da energia solar para igualar a temível e poluidora energia do carvão até 2023, apontaram os cientistas. 

Entrementes numa promissora combinação, está se tornando real que a energia solar, quando operada de forma conjunta com capacidade de armazenamento adequada, pode atender a mais de 40 por cento das demandas de eletricidade do país até 2060, positivamente concluíram os especialistas. 

Prioridade para nossos problemas, a descarbonização do sistema de energia é se tornou crucial para a China em termo de lidar quanto as questões com a poluição do ar em casa e as mudanças climáticas globais, como constata a sociedade atual 

Em notícia extremamente importante e positiva os custos da energia solar e do carvão serão comparáveis em toda a China até 2023, conforme a conversão da energia solar se torna mais eficiente e levando os valores caírem, de acordo com um novo estudo realizado por pesquisadores na China e nos Estados Unidos. 

Neste contexto, os investigadores também descobriram que energia solar, quando combinada com a capacidade de armazenar energia para uso posterior, poderia atender a mais de 40 por cento do país eletricidade demandas até 2060, a menos de 2,5 centavos de dólar por quilowatt-hora. 

Neste patamar de pesquisa, a sugestão é na prática que "solar mais armazenamento" pode ser competitivo em custo e uma fonte compatível com a rede para um neutro em carbono sistema de energia na China, que é o maior emissor de carbono do mundo. 

A capacidade da China de descarbonizar seu sistema de energia "afeta fortemente" suas perspectivas de limitar aquecimento global para o clima crítico limite de 1,5 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais, de acordo com a equipe. 

Os custos da energia solar e do carvão serão comparáveis em toda a China até 2023, conforme a conversão da energia solar se torna mais eficiente e o custo cai, de acordo com um novo estudo realizado por pesquisadores na China e nos Estados Unidos. 

Pintando redução de 2,5 centavos de dólar por quilowatt-hora. 

O estudo ainda. repete de forma afirmativa que o "solar mais armazenamento" pode ser competitivo em custo e uma fonte compatível com a rede para um neutro em carbono sistema de energia na China, que é o maior emissor de carbono do mundo. 

A capacidade da China de descarbonizar seu sistema de energia "afeta fortemente" suas perspectivas de limitar aquecimento global para o clima crítico limite de 1,5 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais, de acordo com a equipe. 

Conclusivamente, esta metodologia confirmada em muito ajuda o gigante asiático beneficiar a natureza com reserva segura de energia. E Por sua condição de segunda potência do mundo até 2028 quando deve superara os Estados Unidos, gerar um efeito em cadeia promissor e positivo. O mundo agradece, principalmente a manutenção da humanidade. 

*Túlio Ribeiro é economista, pós graduado em Contemporânea, mestre em História e doutor em Política Estratégica.  

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