Galo diz que governo do PT avançou, mas admite que Bahia ainda tem “carências”

Para o parlamentar petista, a prioridade do novo chefe do Executivo baiano tem que ser “fortalecer o desenvolvimento regional e territorial”


Tribuna da Bahia, Salvador
04/09/2018 08:28 | Atualizado há 15 dias, 20 horas e 12 minutos

   
Foto: Ana Luísa Ribeiro

Por Rodrigo Daniel Silva

O deputado estadual Marcelino Galo (PT) avaliou que os governos de Jaques Wagner e Rui Costa, ambos do PT, trouxeram avanços para a Bahia, mas admite que o estado ainda sofre com “carências históricas”.“Temos consciência de que muito precisa ser feito, não à toa nosso governador [Rui Costa] impôs um ritmo intenso de trabalho, apresentando muitos avanços, apesar da crise”, afirmou. Para o parlamentar petista, a prioridade do novo chefe do Executivo baiano tem que ser “fortalecer o desenvolvimento regional e territorial”. “[Trabalhar para a] geração de oportunidades e postos de trabalho, consolidar as ações voltadas para a saúde pública, fortalecer os investimentos voltados para a agricultura familiar, assegurar mais investimentos na educação técnica, profissional e universitária e garantir um aporte mínimo de 1,5% do orçamento do estado para a cultura, porque a cultura é um eixo estratégico, fundamental de desenvolvimento para nosso estado”, ressaltou. 

Galo disse, ainda, que o governador e candidato à reeleição Rui Costa (PT) teve que administrar, no primeiro mandato, em um “cenário atípico”, com uma crise econômica, política e institucional. “Num cenário em que Michel Temer, obedecendo seu aliado, ACM Neto, perseguiu a Bahia de todas as formas, inviabilizando parcerias que tinham sido construídas nos governos Lula e Dilma e querendo até impedir a liberação de recursos que já tinha sido aprovados junto ao Banco do Brasil. [....] Acredito que nesse [eventual] segundo governo Rui Costa, com Lula e Haddad na presidência da República, a Bahia vai avançar ainda mais com essa parceria, com muito trabalho e políticas públicas que fortaleçam nosso desenvolvimento”, ressaltou. 

Para o deputado petista, a oposição na Bahia tem tentado “esconder” que apoiou o governo Temer para evitar derrotar nas urnas. “Mas o povo não é bobo e dará a resposta nas urnas, no dia 7”, afirmou. “A população sente na pele os efeitos do golpe [impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff]. Compreende a natureza e o objetivo das ações dos golpistas, que tomaram o poder de assalto para beneficiar os ricos e massacrar os pobres.  O golpe cristalizou a luta de classes em nosso país, e a população também compreende isso. Entende por que Lula foi sequestrado e Dilma deposta. Esse contexto, evidentemente, não estará fora das eleições estaduais”, acrescentou. 

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