Raio Laser - 11/9 - Insegurança

A estratégia do ex-presidente Lula com relação à definição da participação do PT na sucessão presidencial tem deixado alguns de seus correligionários verdadeiramente aflitos


Tribuna da Bahia, Salvador
11/09/2018 09:51 | Atualizado há 9 dias, 15 horas e 21 minutos

   
Foto: André Dusek/Estadão

A estratégia do ex-presidente Lula com relação à definição da participação do PT na sucessão presidencial tem deixado alguns de seus correligionários verdadeiramente aflitos. Isso porque, embora todos os sinais apontem para a escolha e finalmente o anúncio do nome de Fernando Haddad, no dia de hoje, como candidato a presidente da sigla, ontem, a legenda, Lula e o grupo da senadora Gleisi Hoffman (RS) ainda emitiam sinais trocados com relação ao que fazer do ponto de vista da candidatura, por meio, principalmente, de ações na Justiça onde tentavam viabilizar o nome de Lula como presidenciável, o que passava a idéia para todos no partido de que o petista queria, a todo custo, permanecer como candidato.

Holofotes e livro

O ex-todo-poderoso ministro do primeiro governo Lula, José Dirceu, chega hoje a Salvador para uma programação que deverá durar dois dias na capital baiana. Logo mais às 15h, ele dá uma coletiva no Sindpetro e, na quarta-feira, lança, às 18h, seu livro "Zé Dirceu Memórias Volume I", no Centro Cultural da Câmara de Salvador. A expectativa em torno do que Dirceu pretende falar é grande.

Apoio

Não há quem demova o deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB) da estratégia de manter o apoio à candidatura presidencial de Henrique Meirelles na Bahia. O parlamentar diz que não vê motivo para avaliar que o emedebista não tem condição de vencer e que, por esta razão, poderia migrar para a candidatura de Geraldo Alckmin, nome do PSDB à Presidência da República.

Inclinado

Não ficou bom para a presidenciável Marina Silva (Rede) o episódio em que se envolveu ontem em Salvador, no qual seus seguranças e alguns correligionários resolveram furar a fila para acessar o bonde do Plano Inclinado Calçada/Liberdade, o que naturalmente levou a grande indignação da parte dos usuários que estavam aguardando pelo embarque.

Expectativa

Não era pequena a ansiedade ontem dos políticos baianos com relação à divulgação de uma pesquisa Datafolha sobre a sucessão presidencial. Sobretudo os candidatos contrários a Jair Bolsonaro mantinham certa expectativa com relação ao virtual crescimento dele até que saiu o resultado de São Paulo, onde se percebeu que ele não cresceu nada depois do atentado.

Conhecido

Um conhecido político baiano fez ontem uma avaliação sobre o grau de paranóia que tomou conta da campanha de Jair Bolsonaro, colocando na conta de todo o seu entorno ser formado por policiais e militares uma das razões para a incansável busca de uma orquestração política para o fato de ele ter sofrido um atentado na campanha. Segundo a mesma fonte, chama a atenção o fato de ninguém do lado do presidenciável achar que seu discurso radical pode ter sido o principal motivador do episódio.



Leia a Coluna completa na edição impressa do jornal ou na Tribuna Virtual (clicando na capa do jornal que está na home do site).  

Compartilhe       

 





 

Notícias Relacionadas