Salvador: Prefeitura quer proibir uso de sacos e canudos plásticos

Dois projetos serão enviados à Câmara de Vereadores na próxima semana


Tribuna da Bahia, Salvador
23/08/2019 10:38 | Atualizado há 30 dias, 11 horas e 34 minutos

   
Foto: Divulgação

O prefeito ACM Neto anunciou ontem (22), durante participação no penúltimo dia da Semana Latino-Americana e Caribenha do Clima, no Salvador Hall, que irá enviar à Câmara de Vereadores na próxima semana dois projetos de lei para proibir o uso de sacolas e canudos plásticos descartáveis por parte de pequenos, médios e grandes comerciantes da cidade. 

A iniciativa, inserida no Plano de Mitigação contra as Mudanças Climáticas do município, já em fase de estudos, faz parte do conjunto de ações da Prefeitura para tentar neutralizar a emissão carbono na cidade até 2049, quando a primeira capital do Brasil completa 500 anos. "Essa é uma ação concreta de um conjunto de providências que vamos tomar dentro desse plano de mitigação, para que possamos neutralizar a emissão de carbono e tornar Salvador mais sustentável", declarou o prefeito. 

Se o projeto de lei referente aos canudos for aprovado na Câmara de Vereadores, a capital baiana vai se juntar a cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Goiânia, que já proibiram a venda do material. Caso ocorra o mesmo com o texto que proíbe a comercialização de sacolas plásticas, Salvador repetirá o feito de cidades como Belo Horizonte, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. 

A medida tem o apoio da Associação Baiana de Supermercados (Abase), que encara como positiva a ideia, principalmente do ponto de vista ambiental. Conforme explicou o prefeito, a partir do momento em que a lei que trata das sacolas for aprovada, os empresários terão até um ano para se adequarem às novas restrições. Já para se adequar à proibição da utilização de canudos plásticos, o prazo será de três meses.

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