Coluna Boa Terra (Por Valdemir Santana) - Edição do dia 5/10

Capital da moda, o Rio de Janeiro consolida mercado bilionário com o baiano Vitorino Campos em destaque


Tribuna da Bahia, Salvador
05/10/2019 13:17 | Atualizado há 18 dias, 2 horas e 59 minutos

   
Foto: Reprodução

O baiano que fez uma mudança e tanto no conceito da moda de luxo no país com a sua pegada totalmente cool, o estilista Vitorino Campos (foto) está na linha de frente do “Veste Rio”.  É o evento que inicia a sua oitava edição na terça feira, 8, no fabuloso “Pier Mauá", centro do Rio de Janeiro. É uma celebração do Rio de Janeiro como capital da moda brasileira, seguindo o estilo dos bilhões.

O “Veste Rio” é uma plataforma de moda, com desfiles e negócios, criada numa parceria entre as revistas “Vogue Brasil” e “Ela”. A parte que e cabe a Vitorino Campos é claramente consolidar o trade da moda do Rio de Janeiro como um cenário de bilhões. Ele é o chanceler do “Senac Rio” no evento, e isto não é pouca coisa. Os dados da entidade mostram que o estado fluminense arrecadou R$1,8 bilhões em “ICMS” em 2018. O setor é chamado de protagonista na economia, com 160 mil postos de trabalho.

Vitorino Campos assume o posto de embaixador de Moda do “Senac Rio de Janeiro” e comanda o concurso “Jovens Talentos Moda Senac RJ”, com alunos e ex-alunos das áreas de criação, costura, modelagem e produção de moda. No evento checam suas habilidades. O resultado final sai em novembro.

Devoção com pegada artsy no elegante bairro Graça

Flora Célia Coentro é artista plástica, e se relaciona com as amigas do high society com estilo refinado e uma inconfundível pegada artsy. Talento que faz a diferença também em momentos de forte devoção como a comemoração para os santos católicos São Cosme e São Damião, que ela organizou, ontem, servindo bufê de comidas tpicas lideradas pelo tradicional caruru. 

O toque artístico foi reforçado pelo souvenir criado pelo pela anfitriã, em forma de estojos coloridos. Para a grande amiga Juca Moniz Barreto Lisboa, reservou o detalhe especial do rosa, a cor preferida pela socielite mais querida da cidade.No meio do papo com as amigas a anfitriã recordou a ligação  da filha, a atriz de teatro Cyria Coentro que se encontra em Istambul , a maior metrópole e uma das cidades mais singularres da Europa. 

Agenda natureba do “CineVeg” tem lista preciosa e rebelde de filmes gringos

A platéia de veganos reunida para a seção de hoje do “CineVeg", no “Teatro Vila Velha” torce por uma porca gigante. É a estrela do filme “Okja”, do sul-coreano Bong Joon-ho, exibido às 2h da tarde. A produção não é pouca coisa. Já foi selecionado para o “Festival de Cinema de Cannes”, o mais antigo, mais badalado e mais prestigiado do mundo. A porca Orka está prestes a entrar na linha de produção de um frigorífico e a dona, uma faz o que pode para salvar.

As exibições dos filmes acontecem no final da concorrida “Feira Vegana Salvador”, do “Passeio Público". Só o ambiente, com as alamedas arborizadas com o estilo paisagístico barroso do espaço, já vale a pena. Mas quem vai ter tempo de olhar os detalhes com tanta tentação exibida na feira. Além de petiscos de todos os tipos e para todas as doses de dieta, a participação inclui bijuterias, cosméticos, roupas e  acessórios.

Vale lembrar que na agenda de filmes a participação anterior foi do “What the Health”, produção do californiano Kip Anderson, questionando a relação entre alimentos e doenças. Ele ouviu uma enxurrada de criticas de setores médicos, e da mídia, falando da falta de consistência nas abordagens. Não fez efeito, o filme virou um clássico para a rebeldia vegana.

Sergio Machado nos debates da “Mostra Internacional de Cinema São Paulo” 

Os esperados debates sobre o cinema e as suas lógicas do “Forum Mostra”, estão de volta entre os dias 23 e 25, com o baiano Sergio Machado entre os notáveis convidados para os três dias de questionamento. Esta é a terceira edição,  e claro, vale saber que se trata do programa paralelo que  acontece durante a pulsante “Mostra Internacional de Cinema São Paulo” , este ano em sua 43ª edição, de 17 a 30.

Os debates acontecem no “Itaú Cultural” de São Paulo, e além do baiano Sergio Matos, participam nomes de destaque como Rodrigo Teixeira, Sandra Kogut e Marcelo Bechara. Mas como o link conceitual da abordagem é a baianidade de Machado, vale lembrar que o cineasta tem uma carreira singular no cinema brasileiro. Começou com um pé no cenário internacional, ao fazer o primeiro documentário durante um intercâmbio na Índia. E teve estréia no trade profissional assumindo o cargo de assistente de direção numa produção icônica para a cultura do país que foi o filme “Central do Brasil” de 1998.

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