Suíca destaca força do Conselho Tutelar

Vereador afirma que órgão mantém atuação de destaque mesmo com cortes orçamentários


Tribuna da Bahia, Salvador
08/10/2019 16:36 | Atualizado há 14 dias, 22 horas e 58 minutos

   
Foto: Divulgação

Para o vereador Luiz Carlos Suíca (PT), mesmo com cortes de recursos e enfraquecimento das ações federais, os conselhos tutelares mostraram força nas eleições deste ano, realizadas no último final de semana. “Em Salvador, teve um acréscimo de 50% de pessoas indo votar em seus candidatos em relação ao pleito do ano passado. Isso significa que se interessam mais pelo Conselho, apesar da retirada de recursos do órgão que segue com forte trabalho de proteção a crianças e adolescentes”, afirma Suíca, que enfatizou a importância da renovação do trabalho e de fazer cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) na capital.

O vereador destacou que os conselhos foram criados por meio de movimento da população e com o propósito de diminuir a violência e evasão escolar. “Quero parabenizar a todos que foram eleitos e frisar a atuação do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). Principalmente pela postura, compromisso e atuação de todos os outros candidatos, tanto os que foram eleitos quanto os que não foram, todos terão - daqui para frente - um trabalho voltado para crianças e adolescentes que precisam muito de proteção e de acompanhamento profissional”, destaca Suíca.

O vereador, que é vice-líder da oposição da Câmara, frisa também a atuação das lideranças comunitárias de diferentes bairros de Salvador. Para Suíca, a união de frentes e de movimentos sociais resultou em uma ampla aliança para defender os direitos da juventude. “Se dizemos que são o nosso futuro, temos de cuidar da criança e do adolescente como tais. É preciso, por exemplo, maior oferta de vagas em escolas, educação com maior estrutura e acesso à tecnologia. Isso que fará o jovem se instruir e nem sonhar em entrar para o crime. Sem contar que isso é simplesmente cumprir com o que está estabelecido em estatuto”, completa o legislador.

 

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