Governador pede investigação do MP e MPF sobre atos de terrorismo na Bahia

Segundo o governador, durante o movimento grevista iniciado nesta semana, foram promovidos atos criminosos em Salvador e no interior da Bahia


Tribuna da Bahia, Salvador
10/10/2019 18:00 | Atualizado há 12 dias, 21 horas e 26 minutos

   
Foto: Alberto Maraux/SSP

O governador Rui Costa pediu uma investigação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e do Ministério Público Federal (MPF) a respeito de ataques criminosos na Bahia. Segundo o governador, durante o movimento grevista iniciado nesta semana, foram promovidos atos de terrorismo em Salvador e no interior da Bahia. "Estamos aqui acompanhando e combatendo essas ações criminosas lideradas por este movimento político-partidário. Essa reunião serviu para programar o combate aos bandidos e criminosos, que, nesses dois últimos dias, estão praticando ações delituosas em nosso estado", disse Rui, em vídeo divulgado hoje (10) nas redes sociais.

Todo o material de áudio, vídeo, dentre outros, que foram reunidos pela gestão estadual será entregue para o MPE e o MPF dar andamento às investigações, "instaurando ações cíveis e criminais contra os responsáveis por essa onda de ataques e terrorismo", segundo o petista.

Rui ainda fez um agradecimento aos policiais que não aderiram ao movimento. "Quero agradecer, em nome de todos os baianos e baianas, à nossa corporação, à PMBA, a esses homens e mulheres, pais e mães de família, que honram a farda, a disciplina, a carreira e garantem a segurança pública da população", afirmou o governador. 

Na reunião também foram apontados processos antigos e atuais que responde o presidente da Associação dos Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra), o deputado estadual Marco Prisco. De acordo com o titular da SSP, Maurício Barbosa, estão em execução ações para defender os policiais de qualquer tipo de assédio, como o que foi registrado nesta madrugada, quando viaturas foram atacadas por bandidos.

“A situação chegou a um ponto em que a dita representação de interesses da própria corporação coloca os policiais em risco. Então, estamos focando também na área jurídica para tomar atitudes legais contra isso”, garantiu Barbosa.

Compartilhe       

 





 

Notícias Relacionadas