Novos hotéis devem se instalar no Largo de Roma

Estabelecimentos ficarão próximos às obras da Santa Dulce dos Pobres


Tribuna da Bahia, Salvador
05/11/2019 13:52 | Atualizado há 14 dias, 2 horas e 9 minutos

   
Foto: Romildo de Jesus / Tribuna da Bahia

Com a canonização da  agora Santa Dulce dos Pobres, turistas de todo o mundo estão sendo atraídos para a capital baiana. Visando atender este  turismo religioso, o trade  turístico já está se articulando para ampliação do número de estabelecimentos instalados no Largo de Roma. Na região ficam as obras assistenciais de irmã Dulce(OSID), o santuário e mais acima a igreja do Bonfim. De acordo com o presidente da Federação Baiana de Hospedagem e Alimentação (FeBHA), Sílvio Pessoa,  empresários já estão se mobilizando com este objetivo.

“Pelo menos tenho conhecimento de que um empresário já está planejando colocar um estabelecimento na região com 100 apartamentos, no setor de hotelaria. Mas há interesse também em investir  em bares e restaurantes e este empresário já conversou com colegas sobre o assunto. Ali é uma região carente nesse sentido e agora com o aumento do fluxo de turistas se torna um negócio promissor”, garante Silvio.

Silvio destacou ainda, que , entre os dias , 19 e 20 de outubro, antes da canonização de irmã Dulce, “ a ocupação hoteleira em Salvador atingiu a marca dos 82%. Alguns hotéis situados no entorno de Arena Fonte Nova, onde foi realizada uma cerimônia em homenagem à primeira santa brasileira no domingo (20), tiveram 100% de ocupação.

“A gente observou romeiros de todo o mundo. Santa Dulce é um fenômeno que vai atrair muita gente para Salvador. É preciso uma reestruturação próximo ao Largo e Roma, incluindo toda a península Itapagipana,  com hospedagem para romeiros e locais para suas refeições. Muitas pessoas já estão interessadas nesse negócio. Está faltando implantar  equipamentos para receber romeiros em suas caravanas”, diz Silvio.

Pessoa ainda alerta para a força do turismo religioso, principalmente os católicos  “o turismo católico é o ano todo, não tem baixa estação. Irmã Dulce sempre esteve na cabeça dos baianos, dos nordestinos. Agora, está sendo reconhecida no Brasil e no mundo todo pelas obras assistenciais dela. A divulgação da sua obra está sendo nacional e internacional. Com essa divulgação, mais fiéis vão querer visitar onde ela passou os últimos anos de vida.”


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