“Não tenho a intenção agora de participar de nenhum projeto eleitoral”

Presidente do Bahia, Guilherme Bellintani abriu o jogo, em entrevista à Tribuna, e falou sobre a decisão de não ser candidato a prefeito de Salvador na eleição deste ano

Tribuna da Bahia, Salvador
20/01/2020 06:40 | Atualizado há 1 dia, 10 horas e 32 minutos

   
Foto: ANILSON SILVA SALOMãO

Por: Rodrigo Daniel Silva - Repórter e Paulo Roberto Sampaio - Diretor de Redação


Presidente do Bahia, Guilherme Bellintani abriu o jogo, em entrevista à Tribuna, e falou sobre a decisão de não ser candidato a prefeito de Salvador na eleição deste ano. O dirigente esportivo negou que os resultados do clube influenciariam na sua decisão e minimizou as críticas da torcida, que o acusou de usar o time como trampolim político após o Bahia ficar nove jogos sem vencer no segundo turno do Campeonato Brasil. Ainda na entrevista, Bellintani afirmou que não pretende agora participar de nenhum projeto eleitoral, apesar de alguns políticos manifestarem o desejo ter o apoio do dirigente esportivo. “Todo o meu tempo tem que ser dedicado ao Bahia”, ressaltou. O presidente disse, ainda, que não acredita que tem o poder de transferir os votos que teria se fosse candidato a prefeito. Bellintani também fala sobre os projetos para o futuro, os desafios do próximo prefeito de Salvador e as propostas que ele tem para a cidade.

Tribuna – O senhor decidiu, no final do ano passado, não ser candidato a prefeito de Salvador. Por quê?

Guilherme Bellintani – Em nenhum momento, eu tive isso como uma pauta prioritária. Eu sempre estive focado na gestão do clube. Tive desafios demais ao longo do ano para colocar isso (a candidatura a prefeito) como uma pauta prioritária. E quando acabou o Campeonato Brasileiro, eu decidi pensar um pouco, refletir ao longo de uma ou duas semanas. E conversando com pessoas mais próximas, que participaram comigo dentro do projeto do Bahia desde o início, eu entendi que o momento era de concluir o meu mandato no Bahia. E firmar um projeto que a gente predispôs desde o início. Achei que não era o momento mesmo e foi uma decisão razoavelmente rápida.

Tribuna – O senhor foi criticado por parte da torcida do Bahia, que acusava o senhor de usar o clube como trampolim político. Como o senhor viu essas críticas?

Guilherme Bellintani – Eu acho natural mesmo eu nunca tendo falado sobre o assunto. Passei o ano todo me negando a falar sobre o tema, porque entendia que não tinha nada a ver falar sobre política no meio do campeonato. Mas ainda assim, como foi um tema muito repercutido pela imprensa, alguns torcedores criticaram. Acho natural. Faz parte do processo. O que é importante é que, no final das contas, eu tomei a decisão que achei mais madura e coerente com tudo que propus desde o início.

Tribuna – Agora, o Bahia passou por um momento difícil no segundo turno. O clube ficou nove jogos sem vencer. O jejum pesou na sua decisão de não ser candidato?

Guilherme Bellintani – Não, de forma nenhuma. Se tudo tivesse ido muito bem, se o Bahia tivesse conquistado uma posição melhor ainda no Campeonato, a decisão seria a mesma. Não mudou nada. A minha decisão foi por causa do compromisso que assumi. Não importa em que momento estivesse aquele mandato. Não importam os resultados em campo. A decisão foi muito em função do compromisso que assumi desde o início. Não seria diferente em nenhuma outra circunstância a depender do resultado em campo.

Tribuna – Então, mesmo se o Bahia estivesse muito bem, o senhor não seria candidato?

Guilherme Bellintani – Com certeza, não. O que me motivou a não ser candidato foi o compromisso de concluir o mandato. Esse compromisso precisaria seguir firme independente dos resultados em campo. Não tem influência absolutamente nenhuma.

Tribuna – O adiamento do sonho de ser candidato a prefeito foi para 2024?

Guilherme Bellintani – Isso (ser prefeito) não é uma coisa obstinada. Não acho que necessariamente que eu tenho que ser prefeito em algum momento. Tenho muitas opções na minha vida.

Tribuna – Como foram as conversas com o prefeito de Salvador, ACM Neto, e o governador Rui Costa sobre sua possível candidatura?

Guilherme Bellintani – Eu conversei muito rapidamente com o prefeito e mais longamente com o governador. O prefeito me ligou após a minha decisão para falar um pouco, para dizer que achava que não era mesmo o momento. Enfim, para falar a visão dele sobre o processo. Agradeci. É uma pessoa com quem tenho uma amizade muito grande. Criei uma amizade muito grande. Criei uma amizade fruto de relação profissional de cinco anos. A gente permanece com admiração recíproca e amizade muito sólida. Com o governador, eu tive conversa mais longa desde o primeiro momento logo depois do Campeonato sobre essa hipótese de ser candidato. E logo depois quando decidi não ser candidato, eu estive pessoalmente com ele e expliquei as circunstâncias. Falei mais ou menos a minha visão de que era concluir o projeto do Bahia e não de partir para uma candidatura. Foram conversas muito maduras com ambos, amistosas e respeitosas como a gente sempre tem.

Tribuna – Nos bastidores, houve o comentário de que o prefeito ACM Neto te ofereceu a vice na chapa encabeçada por Bruno Reis. Isso ocorreu?

Guilherme Bellintani – Não houve isso. Não houve nenhuma conversa relativa à troca de apoio ou de cargos. Eu não deixei. A partir do momento que eu decido não ser candidato, eu não posso abrir espaço para nenhuma negociação de natureza política. A minha decisão era de não ser candidato. Então, não teve nenhuma conversa deste tipo.

Tribuna – Como o senhor viu a declaração do líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Rosemberg Pinto (PT), de que as críticas do PT ao senhor te afastaram do partido?

Guilherme Bellintani – Apesar de ser uma pessoa que tenho uma grande admiração e um diálogo bom, que é o deputado Rosemberg, eu não acho isso não. Acho natural. O PT é um partido que se formou e se constituiu com essa natureza política, com divergências internas. Eu acho absolutamente natural. Se eventualmente eu fosse candidato seja pelo PT ou para ter o apoio do PT, eu teria que necessariamente que aceitar críticas, visões diferentes, propor diálogo. Isso é natural. Quem conhece o PT sabe que essa riqueza faz parte do partido e tem que compreender.

Tribuna – O senhor temeu que os aliados do prefeito ACM Neto o chamassem de “traidor” por ter uma candidatura pelo grupo de Rui Costa?

Guilherme Bellintani – Não, de forma nenhuma. Eu conheço a minha história. Eu sei tudo que eu construí ao longo do tempo. E nessa relação do prefeito e do grupo político que o prefeito lidera hoje, eu saí pela porta da frente. Saí, de certa forma, cumprindo bem o meu papel. E tenho visão absolutamente diferente da política. Eu acho que as pessoas têm relação e constitui relação madura, em alto nível, mas cada um tem o direito de seguir o seu caminho, o seu destino. Se eu decidisse ser candidato, eu seria com absoluta tranquilidade. Estaria seguindo o meu destino. Cada um tem o direito de compor e constituir a sua própria história.

Tribuna – Em 2016, surgiram rumores de que o prefeito ACM Neto pediu ao senhor para se filiar ao DEM. Na época, comentou-se que Neto cogitou não disputar a eleição e via o senhor como o “plano B”. Isso existiu?

Guilherme Bellintani – Existiu. Havia sim essa possibilidade. Eu falei publicamente sobre isso. Existia essa possibilidade de, se ele não fosse candidato, eu seria candidato sim. Havia essa possibilidade sim.

Tribuna – Neto te disse isso na época?

Guilherme Bellintani – Disse isso. Foi uma coisa conversada abertamente.

Tribuna – Na eleição deste ano, o senhor pretende apoiar algum candidato?

Guilherme Bellintani – Não. Eu acho que não cabe. Eu tenho uma visão bem diferente do habitual em relação a isso. Eu acho que o voto de alguém como eu nunca vai se constituir como um curral eleitoral, onde meu apoio a determinado candidato vai fazer com quem as pessoas que queriam votar em mim transfiram o voto para quem eu apoiar. Eu acho que é uma visão antiga da política. É uma visão que caracteriza um pouco a ideia de curral eleitoral, de que uma determinada liderança é dono dos seus votos. O voto é do eleitor. A partir do momento que eu decido não ser candidato, o eleitor vai pensar melhor e vai ver qual o outro candidato que representa o projeto político que imagina para a cidade. Eu não tenho poder nenhum de usar o voto de eleitor para transferir para outro. Não cabe a mim sair apoiando ninguém.

Tribuna – O senhor pretende colaborar de alguma forma com a eleição?

Guilherme Bellintani – Vou ficar absolutamente focado no Bahia. Meu mandato só termina em dezembro. Até lá, eu não tenho nenhuma intenção de me aproximar de um projeto de natureza política.

Tribuna – O pré-candidato Bruno Reis disse que iria te chamar para colaborar com a campanha dele?

Guilherme Bellintani – Eu não tenho a intenção agora de fazer participação em nenhum projeto eleitoral. Todo o meu tempo tem quer dedicado ao Bahia. Eu não vi ele falando isso. Se ele falou, eu agradeço bastante a referência. É um cara que gosto. Foi meu colega na prefeitura. Tenho excelente relação com ele, mas vou ficar focado no Bahia.

Tribuna – O senhor acha que a sua decisão de não ser candidato favoreceu Bruno Reis, que anunciou o apoio de 12 partidos a pré-candidatura dele?

Guilherme Bellintani – Eu não sei avaliar isso exatamente. Ainda é cedo para avaliar se a minha pré-candidatura atrapalharia outra candidatura ou não. Eu acho que é muito cedo.

Tribuna – Qual o desafio do próximo prefeito de Salvador?

Guilherme Bellintani – Não tenho nenhuma dúvida que o desafio do próximo prefeito de Salvador é gerar uma elevação da política social. Salvador ainda é uma cidade muito desigual. Eu vejo a redução da desigualdade como o grande desafio do próximo prefeito. Salvador precisa de uma secretaria exclusivamente de Cultura, justamente, para usar a cultura como um protagonismo social e como interventor nas comunidades. Acho que há vários desafios do próximo prefeito, mas o principal é trabalhar na redução das desigualdades já que o governo federal praticamente abandonou as políticas de redução da desigualdade que antes havia.

Tribuna – O senhor acha que a Secretaria de Cultura tem que ser desmembrada da Secretaria de Turismo?

Guilherme Bellintani – Não tenho a menor dúvida. Salvador precisa ter uma Secretaria de Cultura assim como o governo do estado precisa ter uma Secretaria de Cultura mais robusta, com maior orçamento. A cultura transforma a comunidade.

Tribuna – Qual vai ser o legado da gestão de ACM Neto na sua avaliação?

Guilherme Bellintani – Acho que tem muitos legados. Neto faz um grande governo. Faz uma gestão na prefeitura que, de fato, é transformadora. Pegou a cidade em situação muito ruim e avançou em vários aspectos tanto, do ponto de vista, material. E também com avanços imateriais, como autonomia financeira da cidade, capacidade da cidade fazer os próprios investimentos e não depender mais tanto do governo do estado ou do governo federal. São diversos legados de uma gestão representativa para a cidade.

Tribuna – O senhor hoje se identifica mais com o governo de ACM Neto ou de Rui Costa?

Guilherme Bellintani – Eu vejo valores em ambos. Acho que o governo de Neto é transformador para a cidade e o de Rui é transformador para o estado. Ambos têm qualidades muito importantes. Já falei do Neto. Do de Rui, eu citaria o cuidado com o recurso público, investimento muito audacioso em infraestrutura, avanços na saúde. Tem uma visão de desenvolvimento regional também muito importante. Acho que os ambos os governantes estão fazendo valer o voto do cidadão de Salvador e da Bahia.

Tribuna – O que o senhor achou do primeiro ano do governo Bolsonaro?

Guilherme Bellintani – Sou absolutamente crítico. Há uma queda significativa de visão estratégica de país. Acho que tem decisões que são tomadas de maneira aleatória. O Ministério da Educação tem se mostrado perdido em determinadas coisas. Não disse ainda o que pensa. Temos políticas sociais, que foram importantes e foram praticamente abandonadas. Tem muita expectativa, mas pouca efetividade na política de segurança pública. Tem uma queda significativa dos processos de liberdade de imprensa. Eu sou um grande crítico, mas esperançoso. Por enquanto, não tenho muitas esperanças.

Tribuna – O senhor acha que o presidente Jair Bolsonaro encerra o mandato?

Guilherme Bellintani – Não tenho capacidade política para avaliar isso, mas espero que sim porque quanto mais quebra de sequência é pior para o país. Ele foi eleito democraticamente. Espero que conclua o mandato. Vai ser bom para a democracia.

Tribuna – O senhor declarou que votou em Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT) na eleição presidencial de 2018. O senhor ficou decepcionado quando o prefeito ACM Neto votou em Jair Bolsonaro?

Guilherme Bellintani – Não. Eu não tenho que ficar decepcionado com ninguém. Cada um escolhe o seu voto, o seu caminho. Acho que o prefeito escolheu fazer isso e também fazer as ressalvas dele. Pelo que li na época, não foi um apoio de concordância absoluta. Mas, não estou aqui nem para defender nem para criticar a decisão de ninguém. A minha eu já dei. É um projeto político (o de Bolsonaro) que é muito distante do meu pensamento ideológico e do que penso para o país.

Tribuna – O senhor pretende disputar a reeleição como presidente do Bahia?

Guilherme Bellintani – É muito cedo ainda. Faltam 11 meses para o meu mandato acabar. Acabei de sair de uma decisão de não ser candidato à prefeitura. Temos um ano muito desafiador pela frente. É cedo e injusto, neste momento, ficar falando de reeleição dentro do Bahia.

Tribuna – É uma decisão que deve ficar para o segundo semestre?

Guilherme Bellintani – É. Ao longo do segundo semestre, a gente vai, dentro do grupo do Bahia, conversar, entender com todas as pessoas que apoiaram o meu projeto e continuam apoiando. O Bahia tem uma característica muito clara, que eu afirmo sempre, que a gente não faz daqui um projeto pessoal. Cada um vai passando e dando sua colaboração. Se algum momento eu decidir ser candidato à reeleição, eu serei a partir da decisão conjunta desse grupo. Se a gente entender que tem outras pessoas capazes, serão outras pessoas.

Tribuna – Depois de encerrar o mandato no Bahia, o senhor pretende ser secretário no governo de Rui Costa ou na gestão de algum adversário do governador, que pode ser Bruno Reis?

Guilherme Bellintani – A minha profissão é empresário. Quando o meu mandato se encerrar, o meu objetivo é voltar para a área empresarial. Cuidar da minha profissão. Isso é o que está no meu plano no momento.

Tribuna – Em 2022, o senhor pretende ser candidato a algum cargo?

Guilherme Bellintani – É longe demais. Se eu não sei nada de 2020, imagina de 2022. Tudo depende de como as coisas vão acontecer. Até lá, eu tenho um trabalho para finalizar no Bahia.

Tribuna – Como o presidente do Bahia, o senhor não acha que Salvador e a Bahia têm deixado a desejar na questão do esporte?

Guilherme Bellintani – Acho sim, apesar de entender que há avanços. Converso muito com o secretário Davidson Magalhães. Vejo avanços importantes também na prefeitura, mas acho que para política de esporte, como desenvolvimento social, ainda precisa avançar muito. Em geral, as secretarias de esportes estão mais focadas em serem organizadores de eventos, melhoras de infraestrutura, mas precisa avançar na ideia de esporte como desenvolvedor social e integrador de comunidade.

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