“Está na hora de uma reabertura gradual do comércio”

O deputado federal Marcio Marinho defendeu a reabertura gradual do comércio em Salvador

Tribuna da Bahia, Salvador
06/07/2020 09:40 | Atualizado há 3 dias, 7 horas e 54 minutos

   
Foto: Reprodução

Por: Guilherme Reis - Editor de Política; Rodrigo Daniel Silva - Repórter e Paulo Roberto Sampaio - Diretor de Redação


Presidente do Republicanos na Bahia, o deputado federal Marcio Marinho defendeu a reabertura gradual do comércio em Salvador, em entrevista à Tribuna, e criticou a falta de um plano federal para enfrentar a pandemia de coronavírus. “Eu acho que está na hora. Acho que o governador e o próprio prefeito ACM Neto já reconhecem isso. De um certo modo, havia uma expectativa muito grande da reabertura do comércio no início de julho. E não aconteceu. Vários setores da sociedade ficaram muito chateado porque criaram uma expectativa de retorno e não aconteceu. O governador e o prefeito têm suas razões para não abrirem. Porém, já é o momento de reabrimos gradativamente o comércio”, afirmou o parlamentar.

Marcio Marinho ainda falou sobre a possibilidade de um impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). “Processo de impeachment não é simples e fácil de fazer. É evidente que a oposição faz o seu papel dando entrada em vários pedidos e pontuando várias questões administrativas. Dizem o governo está mal, envolvido em isso, aquilo... É papel da oposição. Mas hoje na Câmara dos Deputados não vejo nenhum tipo de ambiente para um processo de impeachment para o presidente da República”, pontuou.

O deputado descartou integrar a chapa de Bruno Reis (DEM) como a candidato a vice-prefeito, mas ressaltou que seu partido tem nomes para indicar.

Tribuna – Qual a avaliação que o senhor faz da conjuntura atual do país, que enfrenta a pandemia de coronavírus e o desemprego alto?

Marcio Marinho – Como todos sabem, essa crise é uma crise sem precedentes no mundo todo. Nos pegou de surpresa. Eu sempre tenho falado que o início do combate foi desorganizado por parte dos governos. O Brasil é uma federação de estados subordinados ao governo federal, ao presidente da República. E naquele momento deveria ter um plano de ação mesmo sem clareza do impacto. (O governo federal) deveria assumir a responsabilidade e chamar os governos estaduais e os prefeitos para poder montar um plano de ação de combate ao covid-19. E, infelizmente, isso não aconteceu. Acho que, talvez, por conta de uma visão política daquele momento. Partidarização muito o combate, colocando a culpa no governo federal de que não tinha pulso para poder conduzir. Deveria o presidente da República, o Executivo federal, tomar uma decisão em relação ao termo de ação de combate ao covid-19, mas politizaram muito. E gerou todas essas questões. A gente pode perceber que na Bahia, em vários municípios, que não tiveram caso nenhum de óbito e nem confirmado de contaminação, no desespero, por não ter um norte, acabaram fechando tudo na cidade. Naquele momento, não haveria necessidade. Mas, enfim, isso aconteceu e os empresários, os comerciantes, acabaram fechando e isso impactou a economia da cidade, na região. Acabamos vendo que a coisa cresceu muito. Em vários lugares, há necessidade do fechamento do comércio e do isolamento social. Os dados mostram que o Brasil não vai crescer (na economia) este ano e o ano que vem também está prejudicado. E querendo ou não, haverá por parte do governo federal um plano de recuperação da economia do país. Muitas empresas já quebram, muitas estão quebrando e preciso um plano objetivo que possa fazer a recuperação da economia no país.

Tribuna – O governador Rui Costa e o prefeito ACM Neto estão unidos no enfrentamento ao coronavírus. Eles têm tomado medidas acertadas?

Marcio Marinho – Claro. A gente até parabeniza a maturidade do prefeito ACM Neto e do nosso governador Rui Costa em relação ao combate ao coronavírus. Quando a gente se une as coisas dão certo. Há uma passagem pública que fala na multidão de conselhos há entendimento. Ou seja, na multidão de conversas, de debates, há um consenso. E isso está acontecendo e o impacto é muito positivo para a sociedade. Mostra o zelo, o cuidado com a vida. Perder um familiar é fácil. É complicado. É acertada essa relação positiva do ACM Neto com Rui Costa neste momento. Se não fosse isso, nós estaríamos piores se não houvesse essa maturidade, compreensão e compromisso com a vida das pessoas.

Tribuna – Já estamos no momento da prefeitura e do governo criarem um plano de retomada ou as medidas restritivas ainda precisam continuar?

Marcio Marinho – Eu acho que está na hora. Acho que o governador e o próprio prefeito ACM Neto já reconhecem isso. De um certo modo, havia uma expectativa muito grande da reabertura do comércio no início de julho. E não aconteceu. Vários setores da sociedade ficaram muito chateados porque criaram uma expectativa de retorno e não aconteceu. O governador e o prefeito têm suas razões para não abrirem. Porém, já é o momento de reabrimos gradativamente o comércio. As principais capitais do estado do Brasil e várias cidades estão fazendo isso com toda cautela, com orientação da OMS, do distanciamento, do álcool gel. As mesas dos bares estão distantes. Os shoppings estão funcionando. Os lojistas estão tendo cuidados com as pessoas que adentram. Acho que está na hora de reabrirmos gradativamente o comércio na Bahia, até porque daqui a pouco nós não teremos mais comércio nenhum. Ninguém está aguentando mais ficar com as portas fechadas.

Tribuna – O que o senhor achou de alterar a data das eleições? A data escolhida pelo Congresso foi a ideal?

Marcio Marinho – Os vereadores e os prefeitos, de certo modo, pressionaram para que a gente mantivesse a eleição em 4 de outubro, o primeiro turno. Mas a gente tem que ter a sensibilidade de entender a nossa realidade no momento. Tanto é que, se nós fossemos ouvir os argumentos dos prefeitos, tem fundamento. Nós temos nenhuma garantia de que novembro e dezembro, nós teremos um quadro diferenciado sobre a covid-19. Nós não sabemos. O fato é que pode estar igual ou pior. Ou poderá ter declinado. É uma incógnita, mas temos que ter uma sensibilidade de reconhecer que o momento é difícil. A pandemia prejudicou muito o contato que o pré-candidato tem com eleitor. Não tem como fazer aquelas reuniões para o candidato seja mais conhecido. Apresente sua proposta. Nós vamos ter que fazer uma campanha já nos 45 minutos do segundo tempo. Será pré-campanha e campanha para as pessoas. E aí a gente tem que ter sensibilidade de dar os ouvidos aos epidemiologistas, aos cientistas, ao próprio TSE, que não conseguir por conta da pandemia testar as urnas. Não dá fazer um pleito eleitoral sem checar das urnas, porque pode ter um desdobramento no futuro. Acho que foi positiva a nossa atitude de mudar a data para 15 de novembro e o segundo turno para 29 de novembro, dando um espaçamento para poder ter uma queda do impacto da contaminação. E que a gente possa ter um ambiente melhor do que hoje para fazer a campanha eleitoral.

Tribuna – Quais serão os principais impactos da pandemia sobre a campanha? Os candidatos terão que usar mais as redes sociais? Irão menos para as ruas?

Marcio Marinho – Eu acho que boa parte das pessoas já viram os impactos das redes sociais nas eleições de 2018. Com a questão da pandemia, se pegar vários pacotes como SKY, Net, vai ver que cresceu de forma absurda. As pessoas, por causa da pandemia, buscaram outro tipo de informação, de contato. E isso fez com que a população brasileira passasse por uma mudança de comportamento muito grande. É evidente que os candidatos terão que usar esses espaços para falar com as pessoas, para se apresentar com as pessoas. A pré-campanha toda está sendo feita por redes sociais. Para se ter ideia, vários lançamentos de pré-campanhas de prefeitos do meu partido no estado da Bahia, nós estamos fazendo via remota. As reuniões de candidatos estamos fazendo via remota. Aqueles candidatos que não se atentarem para isso já entrarão na campanha perdendo terreno político. Fora isso, nós temos um outro problema porque tem gente que mora em determinados interiores onde o sinal de telefonia, de internet é horrível. As pessoas que não têm essa oportunidade de se comunicar via rede social com eleitores terão uma dificuldade nada. E aí quem está no mandato, quem já é conhecido, acaba saindo na frente. Mas respondendo de forma objetiva, (a mídia social) terá um impacto muito grande nas eleições de 15 de novembro.

Tribuna – Em relação a Salvador, como o Republicanos vai se posicionar? Vai pleitear a vice de Bruno Reis?

Marcio Marinho – O nosso partido é parceiro desde a primeira gestão do prefeito ACM Neto, em 2013. Temos os vereadores Luiz Carlos, Rogéria Santos, Ireuda Silva, Alberto Braga, e mesmo estando em outro partido, Isnard Araújo, que faz parte do nosso grupo político. Nós na Câmara Municipal desde que o prefeito chegou temos dado a sustentação por entender que Salvador precisa ter vereadores comprometidos com interesses republicados. Aprovamos tudo aquilo que é importante para a nossa cidade. E de lá para cá, apoiamos essa gestão que tem sido aprovada várias vezes como a melhor do Brasil. A gente que mora em Salvador viu como ACM Neto pegou a cidade destruída. E Republicanos tem fortalecido. E depois do partido do prefeito, o partido que mais forte politicamente é o Republicanos. E nós temos vários nomes dentro do nosso partido que pode estar na composição do nosso prefeito Bruno Reis. Foi uma atitude acertada do prefeito na escolha do sucessor e agora a composição tem que passar por partido de base. E o Republicanos é que está discutindo de forma muito madura o vice.

Tribuna – Quem são os nomes do partido que têm condições de ocupar esse espaço?

Marcio Marinho – No meu caso, eu estou descartado dessa indicação até porque sou vice-presidente nacional do partido e presidente estadual do partido. E a tarefa é muito grande de restruturação do partido no estado, do fortalecimento no Brasil. Para nós, essa eleição de 2020 é muito importante porque a base da eleição geral para deputado federal, estadual e senador. Nós estamos investindo toda força, energia. Porém, nós temos no partido nomes como o vereador Luiz Carlos, que tem dois mandatos. Temos a vereadora Ireuda, que é uma mulher negra. Temos a filiação da Ivete Sacramento, que foi reitora da Uneb e foi secretária. E temos também o ex-deputado estadual Manassés, que tem um trabalho social muito grande e reconhecido nacionalmente. Teve aproximadamente 25 mil votos em Salvador. Nós temos dentro da estrutura do partido nomes que podem trazer mais musculatura, mais força política para a chapa do nosso futuro prefeito Bruno Reis. Na política, temos que analisar em que o vice contribui, porque não pode ser o vice do mesmo lado político. Vai juntar o quê? E dentro dessa perspectiva que eu acho que o Republicanos tem muito a contribuir nessa candidatura vitoriosa do nosso futuro prefeito Bruno Reis.

Tribuna – O Republicanos se sente contemplado na gestão de ACM Neto?

Marcio Marinho – O partido sempre foi respeitado pelo prefeito ACM Neto. Os acordos políticos sempre foram cumpridos. Não temos nada para falar sobre a falta de compromisso. Ele é conhecido pela palavra dada e cumprida. E, dentro disso, nós nos sentimos confortável em relação à aliança com o prefeito. Sobre ocupação de espaços, a gente tem que ganhar a eleição para depois discutir sobre isso. A gente sempre entende que quem ajuda a ganhar tem que ajudar a governar.

Tribuna – Qual a meta do Republicanos para Salvador e o estado para as eleições municipais?

Marcio Marinho – Por conta da pandemia, prejudicou o planejamento que todo mundo vinha fazendo sobre o contato com as bases, os municípios, as principais lideranças. Tanto para concorrer a vereador quanto para prefeito. E nós mesmo assim estamos com a meta de, pelo menos, fazer no estado 10% dos municípios. Portanto, trabalhamos para fazer no mínimo 40 prefeitos. Nós temos no geral no partido 80 candidatos a prefeito no estado. E a meta é eleger 10%. E trabalhamos para fazer, pelo menos, o triplo de vereadores. Essa é a nossa meta que estamos trabalhando. Por isso é importante o adiamento da eleição para ter mais tempo para conversar.

Tribuna – Como o senhor avalia os pré-candidatos a prefeito da oposição em Salvador? Vão ser competitivos?

Marcio Marinho – As pesquisas já temos conhecimento demonstram que o Bruno Reis está largando com grande força. É lógico que não tem nenhuma vitória antes das urnas fechadas, mas de um certo modo largou bem. Isso é resultado de muito trabalho e dedicação do prefeito Neto e dele. É importante esses oito anos de governo. Mas não tem vitória ganha e nem derrota com antecipação. O governo do Estado é um problema do governo Estado, da base da oposição, mas acho que tem muitas pessoas triste na base do governo por entender que tinha outros nomes sem diminuir a major Denice. Existiam outros nomes na carreira política e que poderiam agora estar participando do pleito eleitoral. Não sei qual vai ser a estratégia do governador em relação à major Denice.

Tribuna – Sobre o cenário nacional, o Republicanos é hoje base do governo do presidente Jair Bolsonaro?

Marcio Marinho – Nosso partido tomou a decisão de não pleitear nenhum espaço no ministério. Tanto que não há nenhum tipo de discussão. O partido é independente na Câmara dos Deputados e no Senado. Logicamente respeitando o posicionamento político de cada deputado a partir do estado. E nessa independência do partido também foi posto aos parlamentares para que tenha a liberdade para aturarem ao governo federal para de um certo modo fazer as entregas que prometeu na campanha. Se pegar direitinho, existem várias votações de parlamentares do nosso partido diferentes. Não há uma uniformidade 100%. Vai de acordo com a necessidade política do deputado de cada estado. Nós hoje somos independentes.

Tribuna – Há clima para um impeachment do presidente Jair Bolsonaro?

Marcio Marinho – Processo de impeachment não é simples e fácil de fazer. É evidente que a oposição faz o seu papel dando entrada em vários pedidos e pontuando várias questões administrativas. Dizem o governo está mal, envolvido em isso, aquilo... É papel da oposição. Mas hoje na Câmara dos Deputados não vejo nenhum tipo de ambiente para um processo de impeachment para o presidente da República. A Câmara dos Deputados tem desde o início da pandemia mostrado uma responsabilidade e uma maturidade muito grandes com a sociedade brasileira. Principalmente, com as pessoas que mais precisam de uma resposta mais rápida do poder pública. A gente tem batalhado muito.

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