“Zero de chance do Republicanos estar em campo oposto a ACM Neto”

O deputado federal Marcio Marinho descartou qualquer possibilidade de o seu partido romper com o grupo político liderado pelo ex-prefeito ACM Neto

Tribuna da Bahia, Salvador
22/02/2021 06:30 | Atualizado há 8 dias, 14 horas e 17 minutos

   
Foto: Reprodução

Por Guilherme Reis, Henrique Brinco, Rodrigo Daniel Silva e Paulo Roberto Sampaio

Presidente do Republicanos na Bahia, o deputado federal Marcio Marinho descartou qualquer possibilidade de o seu partido romper com o grupo político liderado pelo ex-prefeito ACM Neto (DEM), e avisou que a sigla irá apoiar a candidatura do democrata ao governo da Bahia. “Estaremos juntos. Zero de chance de estarmos em campos opostos. E nós vamos participar dessa transformação no estado da Bahia, a partir de 2022”, declarou.

Ainda na entrevista à Tribuna, Marinho cutucou os adversários políticos. “Eu que tenho andado pelo interior, conversado com as correntes políticas de todas as linhas, de todas as ideologias, percebemos que as pessoas estão cansadas do modelo de gestão do PT e querem uma renovação. E sempre que fala em renovação fala do nosso amigo, o prefeito ACM Neto”, pontuou.

O deputado fala ainda do rompimento de ACM Neto com o deputado federal João Roma (Republicanos), que será empossado nesta semana como novo ministro da Cidadania do governo Bolsonaro. “As pessoas às vezes com a cabeça quente, por estar chateado, tomam determinadas atitudes e depois quando passa aquele momento aí é o momento da reconstrução, da aproximação. É isso que nós vamos trabalhar para que aconteça. Essa reaproximação do nosso ministro João Roma com o nosso prefeito ACM Neto, e que esse grupo continue unido do jeito que está para esse desafio de 2022”, ressaltou.

Tribuna – Como o senhor viu a nomeação do deputado federal João Roma para o Ministério da Cidadania?

Marcio Marinho –Nós que estamos à frente do partido sempre trabalhou com planejamento de cada vez mais aproximar o partido, as ideias, a ideologia, a postura do partido do cidadão no Brasil inteiro. E, dentro disso, a gente vem se fortalecendo. A mensagem do partido, de certo modo, tem incentivado as pessoas a participarem efetivamente do partido, disputando as eleições. A gente conseguiu ampliar a bancada de deputados federais na última eleição tantos estaduais como federais. Tanto é que a gente tem hoje uma bancada com 32 deputados federais. E, de um certo modo, por conta dessa força política e estarmos na vitrine, a gente teve a primeira oportunidade poder colocar um nome que foi do deputado Marcos Pereira para estar disputando a eleição da presidência da Câmara dos Deputados. Uma atitude ousada, mas planejada. Que nos permitiu entrar no debate. E, no meio político, as construções são feitas. A gente percebeu que ainda não estava no momento de ir até o final com a candidatura. Não tivemos o apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e a gente deu um passo atrás. E a gente percebeu que o melhor caminho era apoiar o Arthur Lira e, dentro da negociação de apoio que é salutar no ambiente político, acordamos que após a eleição o partido teria essa participação no Ministério das Cidadania. E coube ao partido, ao presidente do partido, à cúpula do partido, indicarmos alguns nomes para análise do presidente da República, até o nosso nome estava. E a gente viu que o melhor nome era o de João Roma, por várias questões. Primeiro por ser do Republicanos, a gente não abria mão que o ministro fosse do Republicanos. Segundo que não tivesse a diminuição da bancada na Câmara dos Deputados. Aqui a suplente é a deputada Tia Eron. Então, a gente não perderia também a cadeira. E a gente finalizou, por ter até experiência no Executivo, e indicou ele. Para gente, foi muito positivo. 

Tribuna – O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, reagiu à nomeação. O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, também e lamentou a nomeação de João Roma. O senhor acha que essas reações foram exageradas? 

Marcio Marinho –Existe o chamado choro de perdedor. Rodrigo Maia está chorando porque foi o perdedor da articulação da escolha do nome do presidente da Câmara dos Deputados. Se ele tivesse escolhido o nome do deputado Marcos Pereira, ele não estaria passando o que ele está passando. Quando ele perde, ele procurar alguém para colocar a culpa. E essa culpa não cabe no ACM Neto. Pelo contrário, acredito que a vontade do ACM Neto era, por exemplo, que o candidato à sucessão do Rodrigo Maia fosse o deputado Elmar Nascimento, do seu partido. E nada mais justo que ele (Maia) escolhesse alguém para sucedê-lo do seu partido. Quando ele não escolhe realmente deixa o seu partido triste. E foi tudo o que não era para acontecer, aconteceu. Com essa postura, ele mesmo rachou o próprio partido. E acabou cada um escolhendo o seu caminho. Aí ele quer colocar nas costas do ex-prefeito uma articulação que Neto não fez. E aí depois de tudo que aconteceu. O Republicanos, que tinha feito um acordo político lá atrás, indicou o nome do deputado João Roma, que foi aclamado por unanimidade dentro do partido. Foi indicado pela cota do partido para estar no Ministério. Agora, criou uma situação muito desconfortável, porque algumas pessoas não esperavam esse posicionamento do deputado João Roma, que atendeu o partido e foi sentar na cadeira. Sem nenhum objetivo de criar constrangimento, mágoas, de brigar. Pelo contrário, o deputado João Roma tem seu circulado de amizade que tem que ser respeitado, mas ele também representa o Republicanos. E a gente se sentiu muito à vontade para indicá-lo para o Ministério da Cidadania. O nosso objetivo é fazer com que esse momento esfrie, as cabeças voltem ao lugar, a temperatura possa diminuir. E junto, como sempre fizemos, construir a nossa vitória para o governo do estado em 2022.

Tribuna – O ex-prefeito ACM Neto se isentou da indicação. Uns especulam que ele rompeu com o deputado João Roma. Outros falam que foi jogo de cena. Como o senhor a reação de Neto?

Marcio Marinho –Sinceramente, eu não consigo medir a amizade deles. Essa pergunta tem que ser feita a João Roma e ao prefeito ACM Neto. É uma relação que não consigo entrar porque estou de fora. No meio político, a gente tem que saber também dividir as coisas, tá? Amizade de uma postura política. Acho que João Roma atendeu ao partido. Tomou a decisão política e eu acredito que, sem querer, trazer nenhum desconforto. A gente precisa fortalecer o nosso grupo político capitaneado pelo próprio prefeito ACM Neto, e nos fortalecendo enquanto partido de base para enfrentar esse grande desafio em 2022.

Tribuna – Após o rompimento de ACM Neto com João Roma, Luiz Galvão, indicado do deputado, foi exonerado da prefeitura. Como fica a relação do Republicanos com a prefeitura?

Marcio Marinho –Com a gente, não muda absolutamente nada. A parceria com a prefeitura continua. A gente não tem nenhuma dificuldade enquanto partido de acordo feito com o prefeito Neto, com prefeito Bruno Reis. Zero dificuldade. Zero de constrangimento. Zero de descumprimento de acordo. Tudo que foi combinado eles estão cumprindo com o partido. Agora, as pessoas às vezes com a cabeça quente, por estar chateado, tomam determinadas atitudes e depois quando passa aquele momento aí é o momento da reconstrução, da aproximação. É isso que nós vamos trabalhar para que aconteça. Essa reaproximação do nosso ministro João Roma com o nosso prefeito ACM Neto, e que esse grupo continue unido do jeito que está para esse desafio de 2022.

Tribuna – O que o Republicanos está planejando para 2022? Pretende lançar candidatura própria ao governo da Bahia ou irá apoiar a eventual candidatura de ACM Neto?

Marcio Marinho –É muito boa essa pergunta, porque mesmo participando desse grupo político todo mundo quer chegar algum dia à Presidência da República, ao governo do Estado, ao Senado da República, ter uma bancada muito boa de deputados federais, estaduais, vários prefeitos. E o Republicanos não foge isso. Nós também queremos, mas também sabemos que não dá para chegar a um lugar se não tiver um grupo político para estar participando. E o dever de casa nosso é nos fortalecemos nos municípios. Estamos criando musculatura, um ambiente político, de força política, que nos permita em algum momento pleitear um espaço mais ousado de prefeitura, de governo do Estado. Mas não dividindo grupo. Pelo contrário, sempre somando forças para chegar ao objetivo. Eu tenho certeza de que, em algum momento, no futuro bem próximo, vamos estar também pleiteando os espaços importantes que qualquer partido gostaria de estar ocupando. 

Tribuna – Há alguma possibilidade de o agora ministro nomeado João Roma ser lançado como candidato a governador da Bahia em 2022?

Marcio Marinho –Veja que eu acabei de falar que o nosso grupo político tem um candidato a governador. Já anunciado para todo mundo. Ele não fala, mas quem conhece o ACM Neto sabe que o desejo, a vontade dele é ser candidato ao governo do Estado. Acho que tudo que ele fez, com dois mandatos positivos, aprovados, na prefeitura de Salvador, é o melhor nome para estar na cabeça da chapa de 2022. Agora, evidente que, com a ida do deputado João Roma para o ministério, ele ganha notoriedade, se fortalece. O partido se apresenta com mais intensidade, até porque a gente vai trabalhar para que parte das ações do Ministérios aconteça no estado da Bahia. Mas sabemos que não estaremos em campos opostos em 2022. Estaremos juntos e capitaneado por esse líder do grupo político o ACM Neto. 

Tribuna – O principal adversário de ACM Neto deve ser o senador Jaques Wagner. Será uma disputa acirrada? 

Marcio Marinho –O governador Jaques Wagner teve as oportunidades dele, com dois mandatos de governador. Fez o sucessor. O sucessor já foi para a reeleição. Portanto, são 16 anos que o governo é administrado pelo PT. Acho que as pessoas já conhecem bastante o ex-governador Jaques Wagner, tem os seus meteoritos. Mas acho que a população da Bahia provou uma administração feita na cidade de Salvador muito positiva, uma gestão de transformação da cidade. Eu que tenho andado pelo interior, conversado com as correntes políticas de todas as linhas, de todas as ideologias, percebe que as pessoas estão cansadas do modelo de gestão do PT e querem uma renovação. E sempre que fala em renovação fala do nosso amigo, o prefeito ACM Neto. Se parar pensar direitinho, o interior do estado já manda mensagem de querer mudança. Quando pega o Oeste da Bahia percebe que as principais cidades – Luís Eduardo Magalhães e Barreiras – são do nosso grupo político. Quando pega o Vale do São Francisco. Juazeiro também é administrado por um partido de nossa base, do PSDB. Quando pega Vitória da Conquista é administrada por um partido de nossa base, que é o MDB. Quando pega o Extremo Sul – Porto Seguro, Eunápolis, Teixeira de Freitas – também. Feira de Santana vota com a gente. Quando pega a Região Metropolitana e capital são partidos que estão com a gente. Isso significa dizer que, em todos os espaços importantes políticos, sem menosprezar as pequenas cidades porque também são importantes, os pilares para 2022 já foram colocados, sedimentas e é só questão de tempo para fazer essa transformação. E independente de quem for contra quem vamos disputar essa eleição. Estamos com objetivo de 2022 para fazer com o que estado da Bahia tenha, a partir de 2023, a mesma gestão de compromisso com o social, as pessoas, que Neto fez nos oitos anos em Salvador. E fez sucessor no primeiro turno. 

Tribuna – Podemos concluir, então, que o Republicanos vai caminhar com ACM Neto em 2022?

Marcio Marinho –Com certeza, eu já disse isso. Estaremos juntos. Zero de chance de estarmos em campos opostos. E nós vamos participar dessa transformação no estado da Bahia, a partir de 2022.

Tribuna – O senhor deseja estar na chapa majoritária? Há algum acordo neste sentido?

Marcio Marinho –A gente respeita a democracia que permite que todos os partidos lancem as suas candidaturas majoritárias. É um direito de cada partido. Quanto mais candidatos saírem a gente faz a grande festa da democracia. Mas uma coisa eu digo. Haverá um trabalho nosso, do nosso grupo político, de estarmos indo na eleição de 2022 com um único candidato a majoritária no nosso campo político. Vamos estar trabalhando para isso. Se depender de mim, estarei nessa articulação para que estejamos unidos para disputar 2022. 

Tribuna – O Republicanos pode, então, estar na chapa de ACM Neto?

Marcio Marinho –Exatamente. 

Tribuna – Em que posição?

Marcio Marinho –Isso a gente não pode prever. Depende da conjuntura do ano que vem, mas muito tranquilo, sem nenhum tipo de briga, de enfrentamento. Espírito sempre de construção de uma candidatura viável. 

Tribuna – Como o senhor viu a prisão do deputado federal Daniel Silveira determinada pelo Supremo Tribunal Federal?

Marcio Marinho – Eu no lugar dele não adotaria aquela postura e respeitaria os poderes. As palavras que ele falou não são de uma pessoa que tem respeito independente do cargo que tem, mas, se tem um cargo de deputado, deveria ter muito mais cuidado ainda porque ele representa uma Câmara dos Deputados. E a gente a todo momento procura melhorar a imagem da Câmara dos Deputados, e essa postura dele de enfrentamento, com palavras baixas ao Supremo Tribunal Federal, não ajudam em absolutamente nada. O vídeo dele é um flagrante de um crime.

Tribuna – Estamos vendo a alta novamente dos casos e mortes da Covid-19. Há culpados?

Marcio Marinho – O momento não é de quem é culpado ou de quem não é. Existe um vírus que está matando muitas pessoas e deixando muitas pessoas doentes. E, nesse momento, tem que deixar as querelas políticas e gastar energia na defesa do cuidado e na salvação das pessoas. E junto buscar uma condição para a vacina está chegando às pessoas que precisam. Não é o momento de achar culpados, mas de estar unidos.

Tribuna – O senhor defende a volta do auxílio emergencial?

Marcio Marinho – Sou a favor do retorno do auxílio emergencial até porque as pessoas estão passando por muitas dificuldades. As pessoas não podem ter a falta do pão de cada dia, do mínimo possível. O nosso partido também é favorável ao auxílio.

Tribuna – O senhor também defende a volta às aulas presenciais?

Marcio Marinho – Tenho um posicionamento de muito cuidado com as pessoas. Eu sei que muitas escolas estão passando por dificuldades econômicas, mas neste momento em que a gente vê a ampliação da Covid-19 temos que cuidar das crianças. 


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