"Não foi um ano perdido", diz secretário de Educação

O secretário de Educação da Bahia, Jerônimo Rodrigues, avalia que o ano de 2020 não foi totalmente perdido para o setor

Tribuna da Bahia, Salvador
01/03/2021 06:00 | Atualizado há 17 dias, 13 horas e 48 minutos

   
Foto: Reprodução

Por Guilherme Reis, Henrique Brinco e Paulo Roberto Sampaio

O secretário de Educação da Bahia, Jerônimo Rodrigues, avalia que o ano de 2020 não foi totalmente perdido para o setor - mesmo com a suspensão de aulas. Segundo ele, o período serviu para aprendizagem, adaptação e modernização dos métodos pedagógicos. "Nós aprendemos muito. Construímos plataformas, conteúdos, cadernos... No Estado, preparamos escolas melhores para o retorno, com protocolos. Chegamos a realizar capacitações grandiosas para professores, gestores escolares, para coordenadores pedagógicos da rede estadual e municipal. Saímos com um processo de vínculo muito forte entre a escola e o estudante. E chegamos a lançar, temos um canal na rede pública baiana, na TVE, específico para a educação", avalia, em entrevista à Tribuna. O plano de retomada da Educação na Bahia prevê três fases. O retorno remoto acontece no dia 15 de março. A partir de hoje, os professores serão convocados para participar da fase de planejamento. Ao todo, serão aplicadas 1500 horas de aula entre os meses de março e dezembro. Com a regressão da pandemia, será implantada a segunda fase com o sistema híbrido de ensino - com três dias em sala de aula e três dias com atividades em casa. Na terceira e última fase, haverá o retorno presencial total com aulas durante seis dias da semana nas escolas. Haverá disponibilização de materiais e livros digitais e não digitais na primeira fase. Serão enviados ainda exercícios de reforço via WhatsApp e será criado um novo canal da TVE, o Educa Bahia, com programação para os ensinos fundamental e médio (lives da Secretaria da Educação, conteúdos da TVE e Canal Futura, aulas do EMITEC, aulões para o ENEM, etc). Os estudantes que não possuem internet em casa, poderão baixar conteúdos nas próprias escolas, por meio de provedores locais. Os estudantes serão rematriculados automaticamente.

Tribuna - Como o senhor está avaliando o momento que a gente está vivendo de pandemia e quais os principais impactos na Educação?

Jerônimo Rodrigues - Quero me manifestar com uma mensagem aos professores, profissionais de educação e estudantes com uma palavra da liderança da Educação no Estado pedindo que as famílias, os professores, que os estudantes tenham precaução no momento. Mas que também na condição de um professor, ou de uma coordenadora pedagógica ou diretor de escola possa ser também um agente de comunicação neste momento. É um momento delicado. A gente fica sempre nas cordas, como se fala no esporte de lutas. A população que entende a situação está fazendo o seu papel. Uma parte da população, que não é a maioria, mas que é significativa e não faz o seu papel, acaba contaminando e atrapalhando. Nós chegamos a um estágio em que estamos em esgotamento de leitos de UTI. É um risco. Imagine para quem mora no extremo sul, no sudoeste e no oeste que não tem na região uma estrutura de hospital e de UTI... Se inicia um surto maior em um município desses, gera desespero no prefeito, na comunidade e nos familiares. É um momento muito delicado. Quero também demarcar aqui que a gestão do governador Rui Costa com os prefeitos, junto com a comunidade, os órgãos como Ministério Público, Tribunal de Justiça e Defensoria... Sabe, todo mundo superando os aspectos de visão da sociedade ou de partido político. Todos em regime de mutirão. Enquanto isso, quero demarcar aqui a ausência - e não é nem só a ausência, que às vezes é resolvida - do governo federal. O governo federal joga contra a sociedade brasileira. Não se marca com segurança, por exemplo, a quantidade de vacinados no Brasil. E aí os governadores se sentem encurralados e vão ao Supremo para poder autorização para que os estados possam comprar [vacinas]. Sobre a sua pergunta, no momento, acho que há um momento de se pedir muito a Deus e a sociedade para cumprir o seu papel. Sobre a segunda pergunta de impacto na Educação, posso dizer que tem um impacto negativo, de perdas e prejuízos na aprendizagem dos estudantes. Na aprendizagem no geral, tanto do conhecimento escolar, como do conhecimento da cidadania - porque o estudante quando está na escola, adquire e compartilha conhecimento, mas também com o relacionamento com professores, estudantes e a comunidade escolar, ele aprende outros conteúdos para além da física, da química e da matemática. É no bojo. Mas também há o prejuízo da própria alimentação escolar, na economia que gira em torno do transporte escolar, das compras... Há um prejuízo geral. Mas o que marca mesmo é o prejuízo pedagógico. Nós vamos evoluindo na medida do ano, vamos aprendendo as coisas e consertando. Estou dizendo isso no olhar geral da rede estadual, privada, das universidades e das associações. Agora, não posso negar que não foi um ano perdido. Nós aprendemos muito. Construímos plataformas, conteúdos, cadernos... No Estado, preparamos escolas melhores para o retorno, com protocolos. Chegamos a realizar capacitações grandiosas para professores, gestores escolares, para coordenadores pedagógicos da rede estadual e municipal. Saímos com um processo de vínculo muito forte entre a escola e o estudante. E chegamos a lançar, temos um canal na rede pública baiana, na TVE, específico para a educação. Muito embora, a TVE já vinha passando na sua programação alguns momentos de educação. Mas agora é um canal voltado totalmente para a educação. Portanto, a gente pondera isso na balança. O que foi prejuízo, o que é prejuízo, o que a gente vai ter que recuperar adiante e também o que conseguimos fazer e aprender para fazer a compensação do processo de aprendizagem.

Tribuna - Durante esse período mais difícil, quais foram as principais medidas adotadas no que diz respeito à assistência aos estudantes? Como a SEC atuou?

Rodrigues - Nós podemos, primeiro, dividir na parte de infraestrutura, conseguimos correr bem com escolas entregues e complexos esportivos. Reformas de escolas e de toda a infraestrutura escolar. Como a rede estadual é muito grande, são duas mil unidades escolares, a gente acaba padecendo com isso. Não damos conta de fazer tudo de uma vez. Mas também entramos com uma outra frente, com preparação de protocolos, informação, compra de álcool em gel, implantação de pias, lavabos, instalação de ventiladores, abertura de janelas... Na parte de infraestrutura foi isso. Na parte de assistência estudantil, tanto para a rede estadual, quanto para a rede da educação superior, a gente trabalhou muito com o tema da assistência. Não suspendemos os programas de assistência estudantil, como o Mais Estudo e o Partiu Estágio. Vamos soltar um edital com mais 52 mil vagas para uma nova edição do Mais Estudo, para que eles possam ter acesso a uma bolsa de R$ 100 por dez meses para a gente poder motivar a volta, fortalecer a aprendizagem e compensar a Covid. Nós também tivemos quatro parcelas de R$ 55 para todos os estudantes da rede estadual. E agora a gente vai lançar um novo dispositivo para garantir a alimentação dos estudantes carentes da rede estadual. Mas também fizemos uma ação de assistência. Não pudemos fazer na rede inteira, mas fizemos uma testagem de estudantes e funcionários. As pessoas que apareciam positivas no teste, dávamos todo o acompanhamento em parceria com as prefeituras. Fizemos um acompanhamento de saúde do servidor, do professor, a secretaria acompanhou individualmente os casos. No campo da assistência estudantil, tivemos atividades de grêmios estudantis. Acompanhamos e ajudamos o grêmio a sistematizar as suas ideias, com a autonomia deles. Fora o momento em que nós tivemos o Enem, fomos contra naquele momento, mas tínhamos que fazer a nossa parte com cursinhos, aulões, parceria com as universidades e prefeituras. As escolas já têm mais uma farda para quando a gente voltar melhorar a higienização - além de máscaras, álcool em gel... Abrimos uma frente muito grande para ter internet de qualidade. Tem escola com média de 50 e 100 megas. Vamos abrir o Wi-Fi para o estudante poder jogar, brincar, estudar, baixar os arquivos, enfim... É uma agenda positiva de assistência estudantil durante a pandemia.

Tribuna - Muito se fala no uso da tecnologia durante a pandemia, a questão do home office. Na educação estadual, até que ponto a tecnologia vai poder sanar os prejuízos e até contribuir nos processos de ensino e aprendizagem?

Rodrigues - A quantidade de famílias que não têm internet em casa ou o equipamento na nossa rede ultrapassa os 50%. Nós sabemos que há uma estrutura que extrapola o mundo escolar. É uma desigualdade social da sociedade brasileira. Não é só na Bahia. E a rede pública sofre disso, porque a maioria dos nossos estudantes têm origem de classe trabalhadora e sem esse acesso. E nós temos a Bahia como um estado muito forte no rural. E a gente sabe que no rural essa tecnologia ainda não chegou. Se nós temos comunidades em Salvador e Feira de Santana, com bairros grandes com o acesso à internet precário, você imagina isso em um distrito, um povoado, em uma comunidade rural, em um quilombo ou aldeia indígena. A gente tem uma estrutura de sociedade brasileira com desigualdade. Mas, ao lado disso, nós queremos trabalhar para superar. Isso é papel do estado brasileiro. A União mais uma vez se ausentou. Nós gostaríamos de chegar com banda larga nas comunidades. Dinheiro a União tem. Chegar com as operadoras, que vão acabar lucrando com isso, porque as pessoas vão comprar aparelho de celular. O mutirão que a gente está fazendo, para que a gente possa garantir que essa tecnologia chegue. Agora, uma coisa é a internet e a outra é o equipamento. As pessoas precisam ter um computador, tablet ou celular. Alguém já disse 'todo mundo tem um celular'. Tem sim e tem muito, mas essa distribuição não é equitativa. A internet, quando chega em uma comunidade, tem que ter uma potência para baixar um vídeo, uma aula, um livro ou um capítulo. E naturalmente nem todos os equipamentos condicionam isso. Agora, é claro, tenho que olhar o lado de desafio. O lado positivo é a gente começar a entender essa questão da atividade remota, da tecnologia como uma ferramenta nossa. Nós somos os professores e elaboradores de conteúdo. Então, a ferramenta tecnológica tem que estar em função do conhecimento. Não sou aquele que tem medo da tecnologia, muito embora tenham muitas facetas por trás delas - mas isso é muito mais do regime capitalista do que da operação, digamos assim, para a gente poder atuar. As universidades precisam ser chamadas para exercer um currículo para que a formação docente, do professor e da professora, possa ter conteúdos sobre como preparar uma aula ou avaliação remota. Mesmo depois da pandemia, vamos utilizar muito do que nós aprendemos agora, com o uso de ferramentas tecnológicas.

Tribuna - Como estão os preparativos para o início do ano letivo em 2021? Como está sendo organizado?

Rodrigues - Nós já preparamos um retorno. Temos um calendário. A partir do dia 1º de março, os professores voltam para as atividades remotas. Todo mundo em casa, para fazer planejamento e capacitação. No dia 8 de março, vamos iniciar a nossa Jornada Pedagógica Paulo Freire. No dia 15 de março a gente começa as aulas remotas. Estudantes que têm internet vão poder acessar as nossas plataformas. Estão bacanas os cadernos de aprendizagem. As pessoas vão poder acessar as salas virtuais. E quem não tem internet, vamos correr para garantir que esses estudantes possam receber um kit de material, acessar livros didáticos, um kit de publicações, de orientação, para a gente poder ir superando isso. Chegar junto e fazer um vínculo, para se aproximar cada vez mais. A matrícula é automática. Os que estão matriculados na rede, continuarão matriculados na rede. A gente vai se matricular automaticamente. Se vier do primeiro ano, ele vai ser matriculado no segundo ano. Vamos utilizar a carga horária até julho, concluindo o ano de 2020. E depois de julho, vamos aumentando a quantidade de conteúdos já do ano seguinte. Quem for da rede municipal, estamos combinando uma pré-matrícula para a gente saber quantos são e poder construir as salas. Mas também podemos combinar com o município, porque cada município tem uma realidade. Nem todos concluíram o ano de 2020. E na rede particular e precisar ir para a rede estadual, vamos garantir a matrícula agora em março.

Tribuna - Alguns analistas falam no contexto geral de pandemia sobre a possibilidade de crescer a evasão escolar e aumentar o analfabetismo. Isso é algo que preocupa o senhor e o Governo do Estado?

Rodrigues - Esse é o tema que não preocupa só a Bahia, como também o mundo inteiro. Todo o processo de recesso na escola, seja no São João, Férias, enchente ou crise, demora um prazo e tem a evasão aumentada. No caso da rede do ensino médio é pior, porque já são estudantes maiores que vão em busca de um emprego e outra situação. Então, nós estamos preparados para poder fazer um grande mutirão de busca ativa. Vamos precisar de vocês. Quero fazer um apelo aqui para que a gente possa ajudar no retorno e buscar esses meninos e meninas, para que não possam ficar estudantes com a evasão muito alta. Então, é um desafio para a gente. Estamos montando uma agenda Unicef, com a UPB, com a UNDIME... E quero naturalmente pedir uma agenda com vocês da comunicação para ver como podemos traçar um plano para fazer um chamamento. Após um ano, vamos ter um desafio pela frente, mas vamos enfrentar.

Tribuna - Existe uma PEC analisada no Congresso Nacional que revoga os investimentos mínimos para a Saúde e Educação? O senhor acha que vai prejudicar os investimentos no setor de Educação?

Rodrigues - Vai sim. Nós já nos manifestamos aqui na Bahia com o Conselho Estadual, com a UNDIME, com a UPB, com a ALBA... Subscrevemos um documento e mandamos para a Brasília com posição contrária a essa PEC. Significa [tirar] direitos constituídos na Constituição, direito ao financiamento. É obrigação do Estado, da União e do Município financiar a educação básica. Depois, é um jogo para o esfacelamento da educação pública. Sem o financiamento da União, os estados e municípios não suportam a carga. Independente de posição política, tem uma postura aí: nós defendemos que o governo federal desenvolva um programa de assistência social, como o auxílio emergencial, mas não [com recursos] da educação e da saúde. Voltam com essa PEC tentando jogar uma política de assistência social contra a Educação. O governo federal tem capilaridade e gordura para fazer um programa estruturante de financiamento sem mexer na Educação. A Educação precisa de mais investimentos. Depois da pandemia, vamos precisar de mais investimento em tecnologia e chamamento aos estudantes. Fazemos um apelo aos parlamentares para que eles possam compreender esse momento tão drástico da sociedade brasileira. Vamos vivenciar um momento de Educação remota que o Brasil e a Bahia nunca vivenciaram com esse tamanho. Então, tem muita aprendizagem pela frente, muitos desafios e tropeços, mas também temos muita coisa boa. Temos professores e gestores qualificados. Nós acreditamos que vamos superar isso. Mas é preciso que tenhamos a sensibilidade para não deixar nenhum estudante fora disso.


Compartilhe       

 




Mais sobre

POLÍTICA | 17/04/2021 06:00 - Há 1 dia, 13 horas e 48 minutos
Bruno Reis: "Lula é mais um player a disputar"

POLÍTICA | 17/04/2021 06:00 - Há 1 dia, 13 horas e 48 minutos
Coronel defende investigar compras de medicamentos

POLÍTICA | 17/04/2021 06:00 - Há 1 dia, 13 horas e 48 minutos
ACM Neto diz que “interesse pela Bahia” deve prevalecer na chapa

POLÍTICA | 16/04/2021 21:43 - Há 1 dia, 22 horas e 4 minutos
Toque de recolher e proibição de shows e festas é prorrogado em toda a Bahia

POLÍTICA | 16/04/2021 19:07 - Há 2 dias, 41 minutos
'Crimes não foram anulados', diz Mourão sobre Lula

POLÍTICA | 16/04/2021 17:25 - Há 2 dias, 2 horas e 22 minutos
ACM Neto retoma encontros técnicos com prefeitos do interior

POLÍTICA | 16/04/2021 16:53 - Há 2 dias, 2 horas e 55 minutos
'Bolsonaro errou e se omitiu na pandemia', diz Renan Calheiros

POLÍTICA | 16/04/2021 15:39 - Há 2 dias, 4 horas e 8 minutos
Procedimentos para instalação da CPI serão divulgados na segunda

POLÍTICA | 16/04/2021 15:35 - Há 2 dias, 4 horas e 13 minutos
Lula busca adversários de Bolsonaro e empresariado visando 2022

POLÍTICA | 16/04/2021 14:04 - Há 2 dias, 5 horas e 44 minutos
STF começa a julgar decretos de Bolsonaro que ampliam acesso a armas

POLÍTICA | 16/04/2021 14:00 - Há 2 dias, 5 horas e 48 minutos
Omar Aziz, Randolfe Rodrigues e Renan vão comandar CPI da Pandemia

POLÍTICA | 16/04/2021 14:00 - Há 2 dias, 5 horas e 48 minutos
Bolsonaro nomeia André de Sousa Costa para chefiar a Secom

POLÍTICA | 16/04/2021 11:28 - Há 2 dias, 8 horas e 20 minutos
'Crimes não foram anulados', diz Mourão sobre Lula

POLÍTICA | 16/04/2021 06:00 - Há 2 dias, 13 horas e 48 minutos
“PT não precisa ser cabeça de chapa, mas faltam candidaturas de fôlego”, diz Lula

POLÍTICA | 16/04/2021 06:00 - Há 2 dias, 13 horas e 48 minutos
Início da CPI da Covid fica para depois do feriado

POLÍTICA | 16/04/2021 06:00 - Há 2 dias, 13 horas e 48 minutos
STF derruba condenações de Lula e torna o petista elegível

POLÍTICA | 16/04/2021 06:00 - Há 2 dias, 13 horas e 48 minutos
Rui Costa se reúne com presidente e líderes da AL-BA

POLÍTICA | 16/04/2021 06:00 - Há 2 dias, 13 horas e 48 minutos
Gabrielli diz que é "injusta" e "estranha" condenação do TCU

POLÍTICA | 16/04/2021 06:00 - Há 2 dias, 13 horas e 48 minutos
Aleluia anuncia candidatura, defende filho e não garante ficar com Neto em 22

POLÍTICA | 15/04/2021 17:22 - Há 3 dias, 2 horas e 26 minutos
CPI da Covid-19 pode ter sua primeira reunião na próxima semana

POLÍTICA | 15/04/2021 17:20 - Há 3 dias, 2 horas e 28 minutos
Fachin pede para mudar para a Primeira Turma do STF

POLÍTICA | 15/04/2021 14:41 - Há 3 dias, 5 horas e 6 minutos
PF envia queixa-crime ao STF contra o ministro Ricardo Salles

POLÍTICA | 15/04/2021 14:29 - Há 3 dias, 5 horas e 19 minutos
Em carta a Biden, Bolsonaro promete fim do desmatamento ilegal

POLÍTICA | 15/04/2021 13:31 - Há 3 dias, 6 horas e 17 minutos
ACM Neto critica governo federal por suspensão da vacinação em Salvador

POLÍTICA | 15/04/2021 13:03 - Há 3 dias, 6 horas e 45 minutos
STF manda Bolsonaro reintegrar excluídos do Bolsa Família na Bahia

POLÍTICA | 15/04/2021 06:00 - Há 3 dias, 13 horas e 48 minutos
TCU aponta omissões graves de Pazuello em gestão da pandemia e sugere punição

POLÍTICA | 15/04/2021 06:00 - Há 3 dias, 13 horas e 48 minutos
Condenações de Lula na Lava Jato serão analisadas por plenário do STF

POLÍTICA | 15/04/2021 06:00 - Há 3 dias, 13 horas e 48 minutos
Plano do Palácio para contra-ataque na CPI é mirar governadores do Nordeste

POLÍTICA | 15/04/2021 06:00 - Há 3 dias, 13 horas e 48 minutos
Rui Costa anuncia processos contra autores de fake news

POLÍTICA | 15/04/2021 06:00 - Há 3 dias, 13 horas e 48 minutos
Bruno Reis diz que CPI da Covid deveria ficar para 2º semestre